Mas que boa surpresa

As queixas não são de agora: o firefox a cada versão tem-se tornado mais pesado (com melhorias significativas numa ou outra versão), em particular quando o plugin Adobe Flash Player está em acção.

Por este motivo o Safari ganhou o protagonismo na minha máquina (iBook G4 1.33Ghz com 1GB RAM) até à versão 4.0.4 (4531.21.10), que começou a “crashar” com elevada frequência após a última actualização.

Hoje, quando discutia a implementação do standard SVG em J2ME, lembrei-me de verificar o mesmo no Opera Mini. Acabei por descarregar a versão desktop para MacOS e fiquei impressionado com a “coça” que este dá aos browsers anteriormente referidos (Firefox e Safari).

Unicamente a título de comparação ficam os registos médios da execução dos vários browsers na minha máquina, com a mesma carga, no que diz respeito ao recurso CPU:

Safari 58.9%

Opera 33.7%

Firefox 81.9%

Nos próximos tempos está decidido quem vai ser o protagonista, ainda por cima com o muito que há para explorar neste Unite.

Flash Player, mas porquê?

Confesso que estou de costas voltadas com o Flash Player!

Não consigo compreender porque é que um simples banner leva o meu G4 à exaustão, fazendo as “turbinas” rodar na máxima velocidade.
Certamente que um 1.33GHz PowerPC G4 com 1GB de memória não está obsoleto ao ponto de não me permitir navegar tranquilamente.

Já há algum tempo que esta situação me anda a incomodar e hoje, depois de algum tempo a tentar encontrar uma solução, decidi ir pela via menos ortodoxa: instalar o Flashblock (addon para o Firefox que desactiva os elementos flash das páginas substituindo-os pelo ícon do Flash Player. Caso o utilizador pretenda realmente visualizar esse objecto basta um clique sobre o respectivo ícon).

Este é um problema recorrente em Firefox, versões 2 e 3 beta 3, e Safari ambos com a versão 9 do Flash Player.

Assim, esta será a minha visão sobre a web pelo menos enquanto não conseguir resolver o problema.