Intel XDK New

É recompensador quando a tecnologia cumpre a sua função e nos mostra resultados no tempo esperado.

“The Intel® XDK NEW development system is designed for developers who want to use their HTML5 expertise to build hybrid HTML5 apps for mobile devices (e.g., phones and tablets) and other platforms that host HTML5 web apps (such as a Google Chrome* extension or a mobile web site).”

No caso deste Intel XDK New demorou mais uns minutos: embora a interface de instalação (install_GUI.sh) diga que apenas o Ubuntu 12.04 é suportado, no arquivo vem um rpm.

O download pode ser feito no site oficial. Depois de descomprimir o arquivo, encontrarão o rpm no directório “rpm” (será qualquer coisa como intel-xdk-0154-2.0-0.x86_64.rpm, sendo que o nome do arquivo depende da versão)

A instalação decorrerá sem problemas: basta executar na linha de comandos

$ sudo yum install intel-xdk-0154-2.0-0.x86_64.rpm

Depois disto são precisos mais dois pequenos truques:

  1. corrigir permissões:
    $ sudo chmod 0755 /opt/intel/XDK/
  2. corrigir o symlink libudev.so.0: no meu caso a correcção passou por
    $ sudo unlink libudev.so.0; sudo ln -s /usr/lib64/libudev.so.1 /opt/intel/XDK/libudev.so.0

Depois disto, a oferta da Intel cumpriu.
Arrancou
interface principal do Intel(R) XDK Newe em poucos minutos deu frutos (Sapo A5)

Screenshot da aplicação a correr num Sapo A5

CSS Only Tabbed Navigation

Toda a gente reconhece que a web está mais airosa com todo o poder que o JavaScript e um (não tão) novo paradigma assíncrono lhe confere. Isto tudo potenciado por browsers mais poderosos, com motores de JavaScript poderosíssimos e computadores, sejam eles portáteis ou de secretária, com processadores de fazer inveja a alguns servidores com meia dúzia de anos.

Embora um defensor acérrimo e contribuinte da filosofia/movimento opensource, não aceito que a solução seja simplesmente importar um plugin jQuery UI. Desde logo, porque acabamos por obrigar os utilizadores a descarregar mais dados, ficamos a lutar contra algumas limitações dos browsers (i.e. número de pedidos concorrentes) e por fim, mas não por último, porque a maioria desses plugins não tem em consideração questões de acessibilidade.

Lembro os mais distraídos que também o CSS tem evoluído e com apenas uma das novidades do CSS3, consegui uma solução de navegação por separadores, com um DOM muito limpo e poucas linhas de CSS.
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